Meu poeta preferido! Por isso desoculta-meS e me visitas e foges na imersão/emersão. Alenta o hálito frio das rosas da Casa de Maio. Inventa arrepios soturnos nos cais das velas de teu Portugal. Esquisito este país que abandonas em deleite em Pátria alheia. Espantas maus-olhados, que te olham os macambúzios, mas vences O sangue escasso e branco de tuas veias. O Vermelho te pertence, róseo paulatino. Enrubesce tuas faces menino. Diz das tuas carnes, dos infantes, das ninfas que erguestes, em tributo a ti mesmo. Ora! Que fazer desta sintonia premente, destes olhos que brilham, desta paixão desocultada pelos labirintos messiânicos de tuas retinas? Que fazer ou não fazer, não importa, o grito desocupa o lugar, transmigra, desintegra os restos farináceos esparsos, espraiados em areia gasta de tanto a M a r... Pranteia a Lua da RUA CHEIA de barcos à vela navegando em doces enleios, teu nome, teus castanhos, meus seios. A MARÉ cheia, teus livros, tuas roupas, o cheiro, ... UM HOMEM! Um aco...