quarta-feira, 30 de novembro de 2011

e u s


Eu ontem, eu hoje,
vários encontrando-se no tempo.
10, 15, 25, 33, ... talvez.

Onde dobram as idades?
Em que face alucina o tempero?
As têmperas se perderam.
Confundiram-se,
misturaram-se,
perderam essência.

Esta a dúvida: _Kadê eu?
Onde fui parar?

Procura-se por mim!
Há um clamor
Algo assim, de passagem
Amigos, viagens, diários.
Estudos, mapas, fotografias, cadernos.

Os filmes estragados pelo tempo.
O rosto, o eterno rosto, da etérea matéria.
Precisa, ainda, de muitos agostos.
Para setembrar em festas.
Natalizar em harmonias puras.
Revigorar na ação de graças.
Perder-se nos dias do ano vindouro,

Mas só um pouquinho.
É hora URGENTE,
de encontrar as diversas faces,
belíssimos mosaicos, estranhos!
Sou uma estrangeira dentro de mim.

O espelho revela,
A face procura.
Tantos eus, tantos eus!
Kadê eu?
Procura-se!

k.t.n.* in pessoas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Eu-assim



Eu-assim

Saudades de mim
Caminho e volto
Um tanto
E sem fim.

Licença meu pai.
Licença minha mãe
Pressa em colher
Flores pra mim.

Num canteiro margarido.
Brancas flores
Dobradas, um jardim.

Licença que passo,
Revolvo e colho,
As meninas cabelos soltos
O alourado, o vermelho-castanho
Brigando com o Sol

Num átimo
Sem tempo
Levanto pequenas mãos
Canto e desfaço
Canteiros e ponteio.

Colho as pequeninas
E me sinto a menina

k.t.n. in volta & pêssego

O original deletei sem querer, não consegui fazer igual, que pena!
Era uma pequena obra - prima... buá!!

Fui colorir e perdi........

domingo, 27 de novembro de 2011

BORBOLETAS&




"ACORDAR COM BORBOLETAS NOS CABELOS,
NÃO TEM PREÇO!"

LIVRE&
&LEVE
SOLTA&

CASA SEM PAREDES
ENCOSTAS SEM ESCARPAS
ALIMENTO PERMITIDO
BOCA PERFUMADA
OLHOS ABERTOS
DESCANSADOS&

AS MANHÃS MAIS SORRIDENTES SÃO ESSAS:
EM QUE AS & BORBOLETAS & VOLTEIAM & EM NOSSOS & CABELOS!
ROÇAM NOSSA PELE ESMAECIDA PELO SOL,
DEIXAM O PÓLEM ESPARSO AO DERREDOR &
NÃO PERFUMAM, MAS SENTEM O CHEIRO.
E BRINCAM!# & # &

E ANINHAM-SE, PERPLEXAS,
DA FLOR QUE TORNASTE-TE NA MADRUGADA.
DO REMANSO QUE A NOITE TROUXE.
DA PAZ CELEBRADA EM TI.
DA BÊNÇÃO DE TER & BORBOLETAS& NOS CABELOS& !

K.T.N. in linda manhã*



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vida

A vida cabe no meu jeito de amar.
Também no meu jeito de sorrir.
Expansáo natural.
Jeito faltal, nada sobrenatural.
Uma falha aqui, outra acolá.
E estamos vertendo o cálice em vinho.
Frutando a água.
Aninhando ninhos.

Ah, esta passageira vida.
Multifacetada vida.
Esfera e concêntrica.
Nada perfeita, nada igual.
É um jateado em vitral.
Esfumaça, embaça, mas natural.

E este jeito de amar, sorri!
Abraça o colo e cobre o rosto.
E desvela na noite os olhos dormentes.
As dobras do tempo.
Natural, resiliente!

k.t.n.*

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

secretas

As faces secretas

??????????????
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
:::::::::::::::::::::::::::
:::::::::::::::::::::::::::
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
...........................
Pronto.
Bordei meu poema!


k.t.n*

sono

Adocei a noite.
Posso dormir.
~~~~~~~~~~~~
~~~~~~~~~~~~

em
p
a
z
!
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,~~
~~~~~~~~~~~~~~~
k.t.n.*
*

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Para os amigos!

Tenho que escolher muitos amigos para lhes fazer poema.
Muitos poemas já tem meus amigos em seus temas.
Fazer do escrito a razão da vida.
Mais que a razão uma prova de existência.

Determinar poderes, em palavras certas.
Realinhar versos, agrupar estrofes.
Paragrafar.
Paracaetanar.
Paraencantar!

Recolho as letras soltas, embrulho num saquinho de mercado.
Formam sílabas dispersas.
Chacoalho. Insistol
Estas se agrupam em palavras perdidas.
Dou o grito: fazem fileira,
Logo estão compondo um poema inteiro.

E meus amigos, amores ligeiros, perguntam:
_Quedê do meu poema?
_Kadê aquele texto onde estou?
Respondo prazenteira:
_ Dia de Natal na sua soleira, seu texto em gritando brincadeiras.
Desfolhando as folhas do seu jardim,
Estarão quietinhos, ao teu lado observando-te.
para compor o mais novo poema
Do ano vindouro!

Felicidade

Só esta felicidade grita a todo instante.
Grita quando estou triste para voltar.
Grita faminta, que lugar.
Ah, que danada e feroz.
Chega sempre como vendaval e vai.
Mas volta faceira,

E entre risos e gritos, entre feras e esferas
Louca de si, ri e concêntrica forma toma
Arrepia e contagia.
Uma menina teimosa e vibrante.
Moleca, pés descalços vento norte.
Parte redemoinhos, destroça, acaba.

E na urgência dos fatos retorna.
Espanta as quizilas, os lamentos, os tormentos.
Eis, que fatigada, dá lugar e vez.
À doce paz, a memória e à vitória.
De se estar feliz outra vez.

k.t.n.*
in metamorfose

Metamorfa

Amarra-me com tuas mãos,
Despe-me com tuas vestes.
Segura os pés neste chão.
Enobrece, enternece em prece.
Tateia dobrado o tato.
Vagueia sementes em pistilos.
Encontram frágeis dedos um olvido.
Amarelam, encolhem os mamilos.
Tece a roupa, lava a cara, despenteia e ri.
Entorta o pescoço, curva a fronte,
Estás aqui!

k.t.n . in pedaços
metamorfose

sábado, 12 de novembro de 2011

A que te espera.

Eu sou a mulher que amanhece, a mulher que anoitece.
A que te espera.
Em graça e contentamento, alegrias sem fingimentos.
Emolduro o teu rosto e intensamente recolho teus olhos
Dentro do colo maduro.

Avanço o braço, encolho o passo, há cadeiras.
Levanto a brisa, recheio a testa, enobreço.
Esqueço.
Parto e chego junto a ti.

k.t.n.* in auspicioso

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

noite

A noite espera por este dia.
A noite esperta espera por este dia.
A noite submersa espage esperança neste dia.
Dia na noite.
Surpresa na calada.
Dia na certeza.
Noite e adormeço.
Um olvido

k.t.n. hace unos segundos

Love

Love is true. Love is the chance in behavior world.
Love is nature fact.
love is love
love is it.
love is tu.

k.t.n.&

NOi.te.

A noite busca ..... a noite recebe... a noite adormece..........tudo prece.
NOite ligeira........passa... dentro do dia... adormece.
Adormece..................................... a dor me ce.
Noi.te.
Dia
D
!
.

k.

navio

Penso em teu nome e calo.
Espero o auspicioso dia.
Anoitece, náo adormeço e ralo.
As coisas acontecem e fio.
Há jasmins, há carmins, mandarins.
Quem haverá de chegar ?
Aquele escondido vao,
Secreta e segreda.
Arredio e perfumado.
Espumas prateadas formam.
Estou aqui.
Estás aí.
E é tudo igual.
Sem folia, sem poesia.
Só dentro a nota bergamota.
A fazenda quase torta.
A encomenda.
A merenda.
O menino.
O navio.
Sem fuzil.

,k. in construção

navio

Penso em teu nome e calo.
Espero o auspicioso dia.
Anoitece, náo adormeço e ralo.
As coisas acontecem e fio.
Há jasmins, há carmins, mandarins.
Quem haverá de chegar ?
Aquele escondido vao,
Secreta e segreda.
Arredio e perfumado.
Espumas prateadas formam.
Estou aqui.
Estás aí.
E é tudo igual.
Sem folia, sem poesia.
Só dentro a nota bergamota.
A fazenda quase torta.
A encomenda.
A merenda.
O menino.
O navio.
Sem fuzil.

,k. in construção

Lua cheia

katia torres
À noite a lua cheia embebeda nossos passos em ruas tortas
Alegra passos, encanta praças, esvazia sonos
Empresta o ar da graça, alimenta bancos vazios
Entontece o ar que passa d,azáleas brancas e macias
Energiza e contempla.
Esparge e anota.
No ar, mandarins, cravos, tintas rosas, em notas frescas de madrugadas quentes

Os invernais estiam no veráo infernal
E o suor escorre qual bailarina anunciando o próximo ato.
E a lua alta borda o teu nome
Pronuncia calada e muda, ligeira e surda
Espasmos contrações, volteios.
Dorme, passa, que logo é hora de voltar .
Ligeiro!

k in construçào

domingo, 6 de novembro de 2011

Zunidos

Se a vida não lhe sorrir, dê-lhe bom dia!
O Sol ilumina a todos, mesmo com os raios fracos pelo tempo.
Tua sombra abriga os cansados.
A esperança sobrevive em castelos mal-assombrados.
O idílio não é amoroso e mesmo assim encanta.
A face se desoculta, os cadáveres se decompõem e não rezam missa.
Abelhas zunem.
Patos grasnam.
Passamos.
Infinitamente belos e completos.
Ardentemente desejados.
Furiosamente rendidos.
As malhas da prisão desfalecem.
Os amigos anoitecem.
A liberdade permanece intangível na individualidade.
A verdade é soberana, atemporal.
Sobrevive aos vendavais.

k.t.n. ***

Zunidos

Se a vida não lhe sorrir, dê-lhe bom dia!
O Sol ilumina a todos, mesmo com os raios fracos pelo tempo.
Tua sombra abriga os cansados.
A esperança sobrevive em castelos mal-assombrados.
O idílio não é amoroso e mesmo assim encanta.
A face se desoculta, os cadáveres se decompõem e não rezam missa.
Abelhas zunem.
Patos grasnam.
Passamos.
Infinitamente belos e completos.
Ardentemente desejados.
Furiosamente rendidos.
As malhas da prisão desfalecem.
Os amigos anoitecem.
A liberdade permanece intangível na individualidade.
A verdade é soberana, atemporal.
Sobrevive aos vendavais.

k.t.n. ***

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

SoL

As flores do dia.
A transformação da poesia.
Passeie.
Entremeeie.
O dia começou.
É amarelo, constrangedor.
Espantou o Sol.
O que vemos?
O arrebOl!!

k.t.n. in dia*