sábado, 26 de junho de 2010

Kátia Torres// Muitas

armadilhas.... nem com o controle remoto na mão se consegue tomar conta
de todo o escrito..... a tela mágica e imensa se dilui para tornar com
outra imagem, rapidamente, sucessivamente.....................-------------______k.
04 de junho

&

A imagem diz tudo, meu suposto e pressuposto poema empobreceu.

k.t.n.

Prá ontem!

Acorda Diretor, a Escola é Tua...

Acordai os jantarianos, os nefastos e eternos poéticos que não se levantam.

Mal o Sol se põe e a agonia não se foi...

O Grito ensurdecedor de minh'alma não se cala,
transparece em minha calvície, em internas gastrites e ites e ites e ites...> > > > > > > > > > >>>> >>>>>> >>>>> >>>>>>>>>>>>>>>

Tolera, Professor, a missão é Nossa!

Governador, para onde?

Presidente, Aonde?

As cores se pranteiam e a irmã-África-Sul presenteia o globo na bola do retorno da Física inquestionável.

Amanhã, um filho teu, amanhã, um filho meu... e somos unos no trino Criador.

A esfera torna.
Não escolhe cores, abraça e dilui terrores de onde partiu.

k.t.n. in acorda

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Não há vento que suporte o meu pensamento,

Não há dia que atravesse o meu portal firmamento

Não há lume que apague o direito ao breu

Não silêncio que não me traga de volta ao léu

Há vontades e permissões passageiras.

Há andantes violeteiras risonhas.

Há o aço da fome que passa.

O ácido que fermenta e esquenta.



Há a desdita, a pressa, a preguiça.

E há o amor, este imenso amor que te entrega de volta aos meus olhos internos de mar.

Há o firmamento que me lança à tua terra, há a saudade gigante d'além mar.

A vontade de mudar, de rodopiar, de cair, levantar-se,

Tornar, ficar, estar muda e atroz,

fera e sem voz,

vida e vez.



A hora da vez

A honra da casa.

O portal, o caminho.

O menino pequenino, a licença poética atingida.

Dias de festa e antagonismos cruéis desfilando.

O rumor das saias, o alegre do bordado, o rum no canto fumado.

O cálice, a rosa, o beijo.

A estranha infância que passou e a enorme esfera azulejada a entrecortar lâminas fatiadas de cores primárias em redoma espalmada.

É um saudar que não se cala, é um ajeitar que não se mostra, é um ficar que não se espera, uma distância que NÃO EXISTE.



AMOR.

k.t.n.

sábado, 19 de junho de 2010

j u n h o

Se o meu amor, pudesse dizer aqui tudo o que sinto,
Tudo o que levo,
Não haveria espaço,
Não haveria caracteres....

O coração inchou, sobremaneira,
que aguardo o lugar pequeno, onde possa expressar tanta belezZ!
Obrigada, aos que contribuíram aos nobres e ternos sentimentos.

k.t.n.
In volta!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Uma estrela

Os dias não são sempre iguais, alternam-se em feridas e cicatrizes, em desvãos e pedaços, em alegrias e euforias, em paz e amor.

Os dias pertencem aos que cedo se levantam, aos que cansados continuam, aos que desacreditados permanecem, aos que ofendidos se decretam a lei do esquecimento.

A certeza da imensidão profunda, da descoberta iniciante, faz-nos trilhar, buscar, ativar.

A esperança, a fé, a constância, companheiras inseparáveis, anunciam a boa-nova, anunciam os olhos brilhantes, a face rosada, o alinho.

A face da amargura cede espaço aos doces tingidos de figo, aos doces pintados de abóbora, aos de verde-mamão acolhidos.

E recebemos e devolvemos e tornamos a receber.

A caixa é esta. Carregada de surpresas, não tão difícil de se levar.

Bom dia , a todos!

k.t.n. in rabiscos d'alma*

domingo, 13 de junho de 2010

Quadro

Luis Serguilhs

"...O animal da visão poética, da transmigração imaginária inaugura a metamorfose, as emboscadas da inexistência, os paroxismos heterogêneos, a plenitude das desobediências, a densidade hieroglífica e indetermina a visceralidade das suas lunações porque absorve os estremecimentos da afectividade, o sol-aberto-na-pedra, as transposições do clandestino, os engenhos estranhos, as impetuosidades selvagens, o desvairamento informulável das palavras:"

BEIJOS

E MUITA SAUDE

sábado, 12 de junho de 2010

Festival Tordesilhas - 2010

http://cantarapeledelontra.blogspot.com/2010/05/festival-tordesilhas-dualogos.html