sábado, 16 de outubro de 2010

Ninho

Ao procurar-te e não te ver perdida fico , igual criança na multidão.
Ao alvejar a roupa branca, lavo os amarelos imprevistos desta solidão.
Entrevejo em mil faces, tua branca, lívida chave.
Interrogo-me das quantas perdi-me entre pernas, entre beijos em teu colo, em teu regaço.

E por fim, no demasiado trato, o grito, a festa, da eterna espera.
Lancinante, rouco, esfera, espera torta, esfera viva, esfera quieta.
Na face que lisonjeio, meus lampejos entrevejo.

Na face, mal disposta, teus traços compostos,teu carinho, teu jeitinho.
Lua nasce. Lua espreita. Lua espera esta chuva passageira.
De volta ao ninho.

k.t.n.*

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

. . .

Dormirei

Com o pensamento voltado ao sono de uma criança,
Cuja esperança não morreu.......................

Dormirei, nesta paz cândida e inocente..........


Dormirei,

... e os teus olhos velarei.

k.in volta.

sábado, 2 de outubro de 2010


As auréolas das margens seguem sedentas.
O improvável renasce em distãncias de olhares-sintonias.
Sua presença recôndito evidencia-se em mistérios.
Seu nome e gestos reiteram minh'alma dorida.

Bom dia, gente!

Vamos fazer História?!

k.*