domingo, 21 de março de 2010

k. in sintonia* ( Março - 2010 )

Buscar as palavras sensatas.
As palavras puras do Teu amor.
As palavras de benevolência.
As palavras que auscutamos através do caminho do coração.

Vamos buscar as belas e puras palavras.
As singelas,as mais belas do Teu puro amor.

Senhor, estamos aqui.
Somos Teus filhos diletos, auxilia -nos na tarefa de para sempre Vos amar.
Senhor, estamos na Terra em divina providência.
Estamos, Senhor, lutando a cada dia pelo esplendor da vida reta e farta do amor de Cristo.
Senhor, novas messes, novas paisagens, novos caminhos e a tua misericordiosa mão a nos guiar.

Pai, estou aqui.
Vim, no teu nome, Pai, mas eis que preciso partir.
Adeus!

k. in sintonia*
{mediúnicas}

sábado, 20 de março de 2010

b r a n c o ( em construção... )

Branco que anuncia a paz, branco que renova energias
Branco brando e firmamento, branco pleno e sereno,
Ilumina e purifica, enlarguesce, rejuvenesce, faz festa e fantasia,
na cambraia de todo dia.

Há matizes sombreando e o branco saboreando.
Há framboesas cristalizadas, sobre o seu colo, branco colo.
Há enfatizadas o bem supremo, a delícia do terreno,
a terracota enfeitiçada, pelo teu charme, eterno charme,
Branco arrogante que esperneia e em frota
Branco supremo que da terra brota.

k. in urgências d'alma

Estilhaços

Em mil faces, vi-me quebrada.
Em estilhaços, senti-me partida.
Em mil feridas resumi a vida.
De tudo um pouco um fato louco.

Juntei pedregulhos, preguei em pregos.
Afetuei-me aos presságios, fiz-me em regresso.
Amontoei os rastilhos, o que pude, o que ficou.
Encontrei novo rosto, rosto novo de amor!

É fato, é urgente, é amor, é contente.
É pressa, é esgotar mais uma vez uma face.
Em mil partidos, um só mais uma vez ente querido.
É a espreita afobada, a menina roubada.

No colo oferece a prenda do dia.
No gesto permanece, cadência, água fria,
Mãos quentes, ou geladas, não importa o fato.
Importa o que permanece e mostra outro dia!

k. in urgências.

In sintonia ***

A vida prossegue em enorme regresso

A pátria espiritual empresta seu nome aos que partiram

Os eflúvios permanecem latentes em nossas mentes cansadas

A divindidade se esparge em meio à densa camada terrestre

E temos mais do que mensageiros, temos amigos e anjos protetores,

Muitos chamados de amigos, muitos chamados de irmãos.

Temos a providência divina, temos as benesses e as preces.

Temos o halo divino a nos perpetuar diante da eternidade,

Temos a verdade e a certeza da passagem, da estranha e formidável passagem.

E ainda, podemos nos olhar e nos tracejar, em caminhos afluentes e em mãos bendizentes.


Do conforto do amigo o consolo, do conforto, do irmão o gesto nobre, do conforto, do esposo que partiu, do conforto, do princípio que nos uniu.

E vos falo, haverá um dia, em que todas as verdades serão uma única e só indivisível verdade.

Kátia Torres Negrisoli

Não copie, respeite autoria.

Não

Não me tires a poesia de todo dia,
Não me afastes a essência vital
Não me atormentes com festas banais
Não me tires do caminho, afinal!

Tracejei, revelei, encantei, é assim:
Tão suave, tão crispante, tão cantante,
Mas é assim!

Não me modeles, não me maltrates a afeição.
Não me tires do redemoinho, onde me lanço fagulha em vasta amplidão.
Não nasci para ficar presa, não nasci para ser segura.
Sou anjo rebelde, figura felina, ferina e canina,
abandono e fico, enrosco-me e traio, maltrato e afago.

Espera em teus olhos, na tua brilhante retina, de novo meu corpo
Esguio se indo,...
Espera, quem sabe... ficarei fixada, no momento supremo, das mãos enlaçadas.

A sorte está lançada!

k.t.n.

Inspirada in Rocco Caputo

Eu e os pintores/desenhistas,
Algo que não se explica
Tamanha afeição,
Desejo antigo, outras eras, muitas eras...
Descoturadas no tempo, atingem retinas ,
Reforçam o firmamento.

Eu e os pintores/amores/da vida.
Eterna sintonia entre arte & poesia.
Musicadas pelas letras em assonâncias e aliterações.

Os pintores, a poesia e a música.
Onde eu?!

k.t.n.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Canção de ninar gente grande!

Mãe, palavra proibida
Rosa que não pode ser esquecida,
Rima que jamais será perdida.

Mãe, amor que dança em meus pensamentos
Entre lírios, rosas e tormentos.
Violência pacificadora das palavras ditas em ouvidos de ouvir.

Poesia presente em noites de lua fria.
Vento e brisa, quando o Sol insiste demais.
Mãe, inesquecível..........eterna......fraterna........amiga!

Só saudades!

Onde você está?

k.t.n.

quarta-feira, 10 de março de 2010

L Serguilha (en español) en: Embarcações‏

Luís Serguilha



en: Embarcações / 2004





La afinidad de los ejércitos de musgo es formada rigurosamente

en los sentidos galvanizados

por el canario del mar

que expone el babor de las plantas en las embajadas

luminiscentes

donde los guardianes de las circunferencias marinas

desnudan perpetuamente

la intervención molecular de los ondeos

sobre los codos metódicos del agua

como la continuidad vertiginosa de las aves de migración a

descomponer los tableros bilingües de los surcos cronológicos

entre el insulamiento de las efigies sintonizadas

y imperturbablemente una frontera de manos laboriosas es

adicionada a las movimientaciones indescifrables de los follajes

para diseminar los pórticos minusculos

que atrincheran los tejados cilíndricas de las tardes

La interioridad de las bibliotecas gotea en los pianos alegres de las mujeres

donde el fruncimiento descuidado de las horas es

predestinado a los bostezos pélvicos de las colinas unísonas

donde los vestidos mates de los torrentes supuestos

tonifican solamente

los garabatos ressalvados en el escurrimiento de las antorchas

para entregaren las correspondencias de los pájaros a las

dislocaciones continuas de los florecimientos extravagantes






trad. Leonardo de Magalhaens


http://leoleituraescrita.blogspot.com










Luís Serguilha







A afinidade dos exércitos de musgo é formada rigorosamente

nos sentidos galvanizados

pelo canário-do-mar

que expõe o bombordo das plantas nas embaixadas

luminescentes

onde os guardiões das circunferências marinhas

desnudam perpetuamente

a intervenção molecular dos adejos

sobre os cotovelos metódicos da água

como a continuidade vertiginosa das aves migratórias a

decompor os tabuleiros bilingues dos sulcos cronológicos

entre o insulamento das sintonizadas efígies

e imperturbavelmente uma fronteira de laboriosas mãos é

adicionada às indecifráveis movimentações das folhagens

para disseminar os minúsculos pórticos

que entrincheiram os telhados cilíndricos das tardes

A interioridade das bibliotecas goteja nos pianos alegres das mulheres

onde o franzimento descuidado das horas é

predestinado aos bocejos pélvicos das uníssonas colinas

onde os vestidos baços das supostas torrentes

tonificam unicamente

as garatujas ressalvadas no escoamento dos archotes

para entregarem as correspondências dos pássaros às

deslocações contínuas dos extravagantes florescimentos







in: Embarcações / 2004

terça-feira, 9 de março de 2010

Mel

{Aos teus cor de mel }

Amarilinos brilhantes focaram o instante, inebriaram e ruborizaram faces.
Melosos, macios, melodiosos em acordes à boca farta,
Fazem tatuagem no seu rosto exato.

Fala sedosa, dentes cobertos, rosto já feito homem-feição-criança esperando doce.

Este brilho, esta foice a martelar a todo instante.

Esta saudade, este arrepio, este que me mata e me dá vazio.

Espero. Desde a manhã, a tarde toda, à noite cubro.

Tateio suas longas pernas, embriago-me na doce laranja-citrina.
Espremida, partida, ansiosa, espera.
Mel, este néctar seu, este sabor incontinenti, esta prova, esta gente.
Estão a bailar, duas balas sedosas, orbitais, geniais.

Focaram , fizeram miragem, grande bobagem, acertaram.
Mel na face branca, mel em linhas finas, mel na boca, meles nos olhos.
Cobertura!

k.t.n.*

Vieste

Intentaste tristezas partidas e incendiaste as fagulhas perdidas.
Escravizaste meus ombros cansados, em tuas mãos crispadas e ofegantes.
Deixaste a cama macia e vieste ao léu, tão longe em visões tardias
Mas, vieste!
Não importa a partida, importa que vieste!

Olhaste o breu e o espanto, admiraste a pequena tez coberta.
Farfalhaste em dobrado o meu canto, aspiraste na flauta incendiante.
Partiste. Levaste. Comigo uma parte. Contigo uma miragem.

Foi Orfeu, que diante do breu cantou legando ao inverno o vazio.
Foram tuas hostes, teus pecados, no meu encanto um puxado.
E a donzela ferida caiu, suas vestes sangrentas cingiram,
lentamente um nome em fronte.

E o moleque feliz saltitante, gritou, bradou:
_ Minha vez chegou!

k. in obra.

domingo, 7 de março de 2010

k. in sintonia* 2009

A vida prossegue em enorme regresso

A pátria espiritual empresta seu nome aos que partiram

Os eflúvios permanecem latentes em nossas mentes cansadas

A divindidade se esparge em meio à densa camada terrestre

E temos mais do que mensageiros, temos amigos e anjos protetores,

Muitos chamados de amigos, muitos chamados de irmãos.

Temos a providência divina, temos as benesses e as preces.

Temos o halo divino a nos perpetuar diante da eternidade,

Temos a verdade e a certeza da passagem, da estranha e formidável passagem.

E ainda, podemos nos olhar e nos tracejar, em caminhos afluentes e em mãos bendizentes.


Do conforto do amigo o consolo, do conforto, do irmão o gesto nobre, do conforto, do esposo que partiu, do conforto, do princípio que nos uniu.

E vos falo, haverá um dia, em que todas as verdades serão uma única e só indivisível verdade.

Kátia Torres Negrisoli

(sintonia*)

k. in sintonia*

Mensagem

Para dizer que a paz é fundamental, precisamos brigar com a guerra.
Para dizermos que o amor é o élan vital, precisamos brigar com a arrogância.
Para dizermos que somos uno, precisamos ser divididos em muitas faces.
Que nossas faces voltem os olhos ao mesmo ponto e nos diga da vida, da enorme VIDA, da qual somos protagonistas, fiéis do amor em Cristo.

A vida ensina, mas a vida cobra.

Não nos detenhamos com o mal passado, vislumbremos o bem futuro, o seguro bem, do qual bebemos as fontes dadivosas do amor.

Amor, o imbatível amor.
Amor, a certeza do amanhã.
Amor a força firme que nos faz prosseguir.
Amor, a certeza da fé da união.
Amor, a conquista diária e 'militante' dos caminhos.
Um amor em potes de paz é o que tenho aqui,

Ave Cristo!
2010
k. in sintonia*

Cansaço

Deixa ouvir o meu silêncio,
Escutar minh'alma
Aliviar o meu cansaço,
Sorrir...
Deixa eu, deixa eu, deixa eu,
Largada de mim,
Desafinada de mim,
Bem longe...
Quieta a me encontrar!

k.t.n.

2009

Festa

Quero dançar com e para você!
Mascar balas de caramelo.
Detonar o seu sorriso amarelo,
Pular na corda-bamba.
Sambar na Avenida Principal.

Avisar que não irei,
Não penas, não irei!

k.t.n.
2009

Lance

Joguei as flores
Lancei-as todas fora,
Empoeiradas, sem graça,
Desfolhadas,
Caídas,
Penitentes.

Lancei-as ao vento.
Soprei todos os sentimentos.
Arrumei o verde vaso,
Com novas sementes,
Com novas cores
De vermelho intenso
Salpicadas de dourado,
Pululando ao luar
Que penetra pela fresta,
Da janela que deixaste entreaberta!

São vermelhas,
São douradas
Lindas e arrumadas.

São dias de Glória, logo após o choro convulso.
São almas agrestes, pulando o muro, vindo te ver.

k.t.n.
2009

Má Vá ---

M a r g i n a l

M á

V a g i n a l

........n a l

V á ----------

Mar ----------

k.t.n.
2009

EternaMente

É ter na mente
Éter na mente
..........mente
Mete na. mente
Meta..na .boca
É ter na .boca
É ter na mente

Mente na mente...

k.t.n
2009

quinta-feira, 4 de março de 2010

L Serguilha (auf Deutsch) in 'Embarcações'‏

UM POEMA-MEU TRADUZIDO PARA ALEMÃO.....ABRAÇOS SERGUILHA

Embarcações





*



Die Integrität der Geometrie ist eben in den einfältigen Knoten wiedergeboren

der reissende Vibrationen

die spalten die Lungen ins Gewölbe des bedürftiges Bootes erfunden

Die Feinheit der leuchtende Territorien erlaubt einen Widerstreit von

Konsonanze

in einem Archipel entfremdet barfuß

durch die scharfsinnigen Konvertierungen der zitronen Fieber

Ich fühle die Zession der Pflaumen in der Einheit der Erinnerungen

gefangen mechanisch ins

Vordach des fleischigen Labyrinth

und die Selbstklebend der Lichter atmen die Fortschritte ein

einzige der bildliche Krippen

auf der Konvergenz der ozeanische Bojen

betrachtend die durch der Hingabe der Inseln gesparte Stille

Die ersten Seemöwen trüben die Ampullen der Anmerkungen

der Fabeln

in der umgestaltenden Aufstieg der flammenden Zweige

wie die Unwandelbarkeit der kleinsten Gebiete zu konzentrierenden

in der obsessive Enthaltsamkeit des dürftigen Morgens

Ein Fleck von Hafer lehrt die asymmetrischen Pulse wieder sehen

in den parallelen Furchen der Schnecken

umreissend der Zahnersatz des Brennholzes

und du sperrst schwindelnd ein

die üppige Architektur der Furchen

in den Schaukästen der Wärme




*




Du wirst die Expedition der Symbole in den verspäteten Wasserscheiden der

Meridiane bewachen

und die Jungendalter der Lichter wird sehr langsam tilgen in die

irrende Truppen der Schulterblätter

die begründen die Einigkeit der Nadelköcher

auf den stimulierenden Ölen der Schläfen

okkult konzentriert

es ist hier, den die magnetische Entwicklung der Bienen konserviert

die Nachwuchs der Isolierung der durchsichtigen Ackerbau

wo die reisenden Eigenschaften der winzigen Lagerfeuer

verwunden die flüssigen Leichentücher der Kirschen

zu mitkeimen die Abhandlung der Silben in der

tiefgründig Scheitelpunkt der pubische Augenlider





übersetztes Gedicht durch LdeM




(in EMBARCAÇÕES)



Luís Serguilha


*



A integridade da geometria renasce justamente nos nós

ingênuos das vibrações caudalosas

que fendem os pulmões inventados na abóbada do barco indigente

A delicadeza dos territórios luminosos permite um embate de

consonâncias

num arquipélago alienadamente descalço

pelas conversões perspicazes das citrinas febres

Sinto a cedência das ameixas na unidade das reminiscências

captadas mecanicamente no

tejadilho do labirinto carnudo

e os autocolantes das luzes aspiram as progressões

únicas das manjedouras pictóricas

sobre a convergência das balizas oceânicas

que contemplam o silêncio economizado na devotação das ilhas

As primeiras gaivotas embaciam as ampolas dos ementários

das fábulas

na ascensão transformadora dos ramos flamejantes

como a imutabilidade das pequeníssimas regiões a concentrar-se

na continência obsessiva da exígua manhã

Uma mancha de aveia ensina os assimétricos pulsos a reverem-se

nos sulcos paralelos dos caracóis

que delineiam a dentadura da lenha

e tu aprisionas vertiginosamente

a opulenta arquitectura dos sulcos

nos mostruários do calor



*



Guardarás a expedição dos símbolos nas vertentes atrasadas dos

meridianos

e a adolescência das luzes é anulada devagarinho no

tropel errante das escápulas

que justificam a concordância das agulharias

sobre os óleos estimulantes das têmporas

ocultamente concentradas

é aqui que o desenvolvimento magnético das abelhas conserva

a descendência do insulamento das lavouras transparentes

onde as propriedades viajantes das minúsculas fogueiras

ferem as líquidas mortalhas das cerejas

para congerminarem a dissertação das sílabas no

vértice profundo das pálpebras pubianas




in: EMBARCAÇÕES / 2004


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Os poetas portugueses, ah, os poetas!!

A língua portuguesa,

Esta esfera louca que me aquece, estas imagens recorrentes...


Muito à frente, muita à frente, a encontrar-se com toda a gente...



è LUÍS, MÁRIO,..... ...................................................... embarcações...



A Terra nunca dantes navegada.....................................................!



Passa a fita, tece o fio....................................s'imbora pra este navio!



Luís, para sempre o SERGUILHA................... 'must'...................'must'....



A ninfa!

k.t.n.