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Prata eternizante

Meus olhos prata
derramam-se em talheres de cozinha taciturnos.
O brilho ecoa pela sala
traz respostas imediatas, brilhantes.
Um limo de amor eternizaste pelo caminho.

A sedar era carmin
Os lábios rosados e os brilhos prateados.
Incendeiam amor.

k.t.n in prata

Avenida em curvas

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Onde a avenida faz curva, vi os teus peitos brotarem  qual carrasco em dia de tronco,  devorando todos os olhos 👀. 
E afoitos nesta passagem,  pediam licença para se retirar, 
mas brotavam impunes nos panos brancos alvejados pelo sol ☀️ numa grandeza planetária,  onde as cinzas eram estrelas liqüidificadas pelo som do Universo. 
Único eles ficaram e pontudos,  diferenciando-se das mamas murchas sem leite e sem sol.
Uma avestruz recolhe o ovo 🥚 deita a terra e espalha suas grandes penas pretas.  Cobre como lençol o improvável o belo e o terceiro momento. 

Hora de partir.  A luz raiou. 



k.t.n.  in volta das marias.

Vértices e agulhas

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O que te resta neste momento a não ser uma breve colheita?  Reparação de todo o mal que ora podes ter praticado?  O que te resta?

Um amigo de ombro firme palavras solidárias imagens apaziguadoras? Talvez o homem de uniforme a mulher com a agulha que verte máscaras de alumínio edificando uma cerca imaginária. 

E ela sorri.  E ela é gentil. 

E tenta te alegrar e aceitas  e devolves esse sorriso que pensava ser só teu até chegarem outros e outros  e o mesmo sorriso se ver estampado  nos rostos róseos  destas meninas dominadoras de agulhas. 

O tempo passa e elas envelhecem.  Hoje parecem tristes e opacas.  Olham para ti num vértice de esgueio.  Tornaste-te um pedra dura para tanta agulha. 

Entra o mestre das farmácias e te sorri,  parece simpático,  mas os olhos denotam que está longe  e a tua vista não alcança,  não quer alcançar. 

É o que resta,
é o que temos,
é o que somos. 


K.T.N in mares bravíos.

Nuances

Não, eu não quero me fechar 

quero compartilhar a vida 

e suas nuances.

13/08/2015

Sou dos amores, das dores, dos partos difíceis,
De pouca malícia.
Das pessoas que partem, sempre indo.
Os navios de chegada deliberam
Transporto para outras esferas.
E no cais dos meus sonhos ancoram
Somente os divinos. k.t.n. in tentando voltar!

Sambar na timeline

E escreverei sobre o amor romântico, tema que nunca me chamou a atenção, mas que foi desperto, tentarei. textos brotam na mente e não encontram as mãos prontas a escreverem-nos, quem sabe amanhã, conseguirei me lembrar e colocá-los para sambar nesta avenida timeline. Porque o show não pode parar. com quimio, ou sem quimio, até quando der.

Cuida de mim

Virando o jogo: aqui é lugar de amor e de bons sentimentos, se é para viver, que seja com o melhor do humor e que os que não conjugarem a mesma energia, aguardem a sua vez de entrar nesta esfera de paz. A dor? Não posso evitar, mortal que sou, mas posso escolher o que sentir, o que continuar a gostar e a me envolver nos dias. Escolho as cores, o céu, as estrelas, o sol, o mar, a beleza indivisível dos olhos que falam quietos, o silêncio, as boas músicas, imagens, sabores, tudo o que a imaginação permitir e que seja criadora. Os chás, sim, os chás e sempre haverá um bolo para unir.


As nuvens esparsas, a chuva e o brilho, som de guitarra e melancolias mornas. Até para sobreviver precisamos de muito, muito agito e para viver, então, agito total. A mente quieta cede ao burburinho das senhoras falantes, ditando-lhes o que fazer na próxima aurora. A dança das pernas que saltitam e pululam em fagulhas, muita energia, simbiose de agoras e já passados que se entrelaçam e gritam na força e forma…