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13/08/2015

Sou dos amores, das dores, dos partos difíceis,
De pouca malícia.
Das pessoas que partem, sempre indo.
Os navios de chegada deliberam
Transporto para outras esferas.
E no cais dos meus sonhos ancoram
Somente os divinos. k.t.n. in tentando voltar!

Sambar na timeline

E escreverei sobre o amor romântico, tema que nunca me chamou a atenção, mas que foi desperto, tentarei. textos brotam na mente e não encontram as mãos prontas a escreverem-nos, quem sabe amanhã, conseguirei me lembrar e colocá-los para sambar nesta avenida timeline. Porque o show não pode parar. com quimio, ou sem quimio, até quando der.

Cuida de mim

Virando o jogo: aqui é lugar de amor e de bons sentimentos, se é para viver, que seja com o melhor do humor e que os que não conjugarem a mesma energia, aguardem a sua vez de entrar nesta esfera de paz. A dor? Não posso evitar, mortal que sou, mas posso escolher o que sentir, o que continuar a gostar e a me envolver nos dias. Escolho as cores, o céu, as estrelas, o sol, o mar, a beleza indivisível dos olhos que falam quietos, o silêncio, as boas músicas, imagens, sabores, tudo o que a imaginação permitir e que seja criadora. Os chás, sim, os chás e sempre haverá um bolo para unir.


As nuvens esparsas, a chuva e o brilho, som de guitarra e melancolias mornas. Até para sobreviver precisamos de muito, muito agito e para viver, então, agito total. A mente quieta cede ao burburinho das senhoras falantes, ditando-lhes o que fazer na próxima aurora. A dança das pernas que saltitam e pululam em fagulhas, muita energia, simbiose de agoras e já passados que se entrelaçam e gritam na força e forma…

Escuros e vermelhos

A mente apavora ante ao incompreensível. 

Multidão de escuros e de vermelhos. 

Nota de uma nota 

só.

Encontro

Quando te encontrar,

da próxima vez

logo darei adeus.

Em um segundo.

Família

O que é uma família? 

O que se ama e não se compreende, 

o que nos burila e não se aprende?