quinta-feira, 4 de março de 2010

L Serguilha (auf Deutsch) in 'Embarcações'‏

UM POEMA-MEU TRADUZIDO PARA ALEMÃO.....ABRAÇOS SERGUILHA

Embarcações





*



Die Integrität der Geometrie ist eben in den einfältigen Knoten wiedergeboren

der reissende Vibrationen

die spalten die Lungen ins Gewölbe des bedürftiges Bootes erfunden

Die Feinheit der leuchtende Territorien erlaubt einen Widerstreit von

Konsonanze

in einem Archipel entfremdet barfuß

durch die scharfsinnigen Konvertierungen der zitronen Fieber

Ich fühle die Zession der Pflaumen in der Einheit der Erinnerungen

gefangen mechanisch ins

Vordach des fleischigen Labyrinth

und die Selbstklebend der Lichter atmen die Fortschritte ein

einzige der bildliche Krippen

auf der Konvergenz der ozeanische Bojen

betrachtend die durch der Hingabe der Inseln gesparte Stille

Die ersten Seemöwen trüben die Ampullen der Anmerkungen

der Fabeln

in der umgestaltenden Aufstieg der flammenden Zweige

wie die Unwandelbarkeit der kleinsten Gebiete zu konzentrierenden

in der obsessive Enthaltsamkeit des dürftigen Morgens

Ein Fleck von Hafer lehrt die asymmetrischen Pulse wieder sehen

in den parallelen Furchen der Schnecken

umreissend der Zahnersatz des Brennholzes

und du sperrst schwindelnd ein

die üppige Architektur der Furchen

in den Schaukästen der Wärme




*




Du wirst die Expedition der Symbole in den verspäteten Wasserscheiden der

Meridiane bewachen

und die Jungendalter der Lichter wird sehr langsam tilgen in die

irrende Truppen der Schulterblätter

die begründen die Einigkeit der Nadelköcher

auf den stimulierenden Ölen der Schläfen

okkult konzentriert

es ist hier, den die magnetische Entwicklung der Bienen konserviert

die Nachwuchs der Isolierung der durchsichtigen Ackerbau

wo die reisenden Eigenschaften der winzigen Lagerfeuer

verwunden die flüssigen Leichentücher der Kirschen

zu mitkeimen die Abhandlung der Silben in der

tiefgründig Scheitelpunkt der pubische Augenlider





übersetztes Gedicht durch LdeM




(in EMBARCAÇÕES)



Luís Serguilha


*



A integridade da geometria renasce justamente nos nós

ingênuos das vibrações caudalosas

que fendem os pulmões inventados na abóbada do barco indigente

A delicadeza dos territórios luminosos permite um embate de

consonâncias

num arquipélago alienadamente descalço

pelas conversões perspicazes das citrinas febres

Sinto a cedência das ameixas na unidade das reminiscências

captadas mecanicamente no

tejadilho do labirinto carnudo

e os autocolantes das luzes aspiram as progressões

únicas das manjedouras pictóricas

sobre a convergência das balizas oceânicas

que contemplam o silêncio economizado na devotação das ilhas

As primeiras gaivotas embaciam as ampolas dos ementários

das fábulas

na ascensão transformadora dos ramos flamejantes

como a imutabilidade das pequeníssimas regiões a concentrar-se

na continência obsessiva da exígua manhã

Uma mancha de aveia ensina os assimétricos pulsos a reverem-se

nos sulcos paralelos dos caracóis

que delineiam a dentadura da lenha

e tu aprisionas vertiginosamente

a opulenta arquitectura dos sulcos

nos mostruários do calor



*



Guardarás a expedição dos símbolos nas vertentes atrasadas dos

meridianos

e a adolescência das luzes é anulada devagarinho no

tropel errante das escápulas

que justificam a concordância das agulharias

sobre os óleos estimulantes das têmporas

ocultamente concentradas

é aqui que o desenvolvimento magnético das abelhas conserva

a descendência do insulamento das lavouras transparentes

onde as propriedades viajantes das minúsculas fogueiras

ferem as líquidas mortalhas das cerejas

para congerminarem a dissertação das sílabas no

vértice profundo das pálpebras pubianas




in: EMBARCAÇÕES / 2004


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Os poetas portugueses, ah, os poetas!!

A língua portuguesa,

Esta esfera louca que me aquece, estas imagens recorrentes...


Muito à frente, muita à frente, a encontrar-se com toda a gente...



è LUÍS, MÁRIO,..... ...................................................... embarcações...



A Terra nunca dantes navegada.....................................................!



Passa a fita, tece o fio....................................s'imbora pra este navio!



Luís, para sempre o SERGUILHA................... 'must'...................'must'....



A ninfa!

k.t.n.

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