sexta-feira, 11 de novembro de 2011

navio

Penso em teu nome e calo.
Espero o auspicioso dia.
Anoitece, náo adormeço e ralo.
As coisas acontecem e fio.
Há jasmins, há carmins, mandarins.
Quem haverá de chegar ?
Aquele escondido vao,
Secreta e segreda.
Arredio e perfumado.
Espumas prateadas formam.
Estou aqui.
Estás aí.
E é tudo igual.
Sem folia, sem poesia.
Só dentro a nota bergamota.
A fazenda quase torta.
A encomenda.
A merenda.
O menino.
O navio.
Sem fuzil.

,k. in construção

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