domingo, 6 de novembro de 2011

Zunidos

Se a vida não lhe sorrir, dê-lhe bom dia!
O Sol ilumina a todos, mesmo com os raios fracos pelo tempo.
Tua sombra abriga os cansados.
A esperança sobrevive em castelos mal-assombrados.
O idílio não é amoroso e mesmo assim encanta.
A face se desoculta, os cadáveres se decompõem e não rezam missa.
Abelhas zunem.
Patos grasnam.
Passamos.
Infinitamente belos e completos.
Ardentemente desejados.
Furiosamente rendidos.
As malhas da prisão desfalecem.
Os amigos anoitecem.
A liberdade permanece intangível na individualidade.
A verdade é soberana, atemporal.
Sobrevive aos vendavais.

k.t.n. ***

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