quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vida

A vida cabe no meu jeito de amar.
Também no meu jeito de sorrir.
Expansáo natural.
Jeito faltal, nada sobrenatural.
Uma falha aqui, outra acolá.
E estamos vertendo o cálice em vinho.
Frutando a água.
Aninhando ninhos.

Ah, esta passageira vida.
Multifacetada vida.
Esfera e concêntrica.
Nada perfeita, nada igual.
É um jateado em vitral.
Esfumaça, embaça, mas natural.

E este jeito de amar, sorri!
Abraça o colo e cobre o rosto.
E desvela na noite os olhos dormentes.
As dobras do tempo.
Natural, resiliente!

k.t.n.*

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