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Mostrando postagens de dezembro, 2010
k & Ars
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Teu poema está rico, abre-se em múltiplas e belas possibilidades. E cometeste o erro, dizendo que eu poderia alterá-lo. Amo fazer transcomentários, geralmente mexo em tudo, irrito, mas às vezes até ajudo, por oferecer possibilidades. Vê se fui irritante demais: nem todos os dias são obscuros há o encantamento sutil (a sinergia de sóis) da poesia nem todos domingos são letargia: vibram alvoroços nos varais quintais jactam flores o rasante astrolábio não pára de pintar corolas azuis e perpétuas sobre o telhado há a publicação da efeméride pulsante nas veias cavas nas curvas dos ossos talhados e silêncios rasgados pela chuva inquieta há a mulher: trêmulo abrigo do poeta Bjs Adriano Wintter Blog Ars Poetica http://adrianowintter.wordpress.com
Pág 120 do livro de Assis de Mello, NA BORDA DA ILHA.
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Uma Cena Boreal (Para Kátia Torres Negrisolli Beatriz Bajo & Bárbara Lia) Teu vulto claro e cereal embebido na manhã lapã como a coruja do ártico em sua leveza estende-nos num trigal deitado ao vento ao som de duas ocarinas e não há trópico que desdenhe de nosso calor certeiro e liberto de ave >>>>>>>>>>>>>> Patos enfileirados fecundam horizontes A FORMATAÇÃO NÃO É A ORIGINAL. ESTA PLATAFORMA NÃO PERMITE A CORRETA DISTRIBUIÇÃO DE PALAVRAS E SÍMBOLOS. VIVA, ASSIS! BUDA, CHICO,,,,,,,,,,,,,DOROOCÊ!!! Bundchen!!
!Gracias! II
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Nem todos os dias são obscuros, Sol pálido, letargia... Há, amiga, poesia! Há o entrelaçamento sutis de energias-palavras. Sinergia, encantamento, pensamento. A vida. O abrigo. Os varais. Os quintais. As flores. Os poetas. O silêncio rasgado pela chuva inquieta do Sol. O astrolábio a pintar corolas azuis de perpétuas rasantes sobre o telhado. A publicação da efeméride pulsante nas veias cavas e curvas dos ossos talhados. Há o poeta. Há a mulher. Há o abrigo. Enfim . . . k.t.n.*
!Gracias!, Ars - Adriano.
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Oi Kátia Olha como ficou aquele poema feito-de-ti: abrigo para Kátia Torres toalhas e lençois bailarinam nos varais a chuva xinga o silêncio flores formam buquês meninas hostes aves bandos e todas com medo dos relâmpagos correm pra dentro do verso onde adormecem esperando pelo sol e um toque do poeta Adriano Wintter Blog Ars Poetica http://adrianowintter.wordpress.com
Mineiras
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Se teus olhos me veem em conjurações mineiras Se, em passos incertos incendeiam e clareiam Se em tinos ou desatinos traços certo destino Então, rendo-me e devolvo os fátuos dobrados. Se a alma inda encanta e dança, Mesmo prostrada, levanta-se. Então, enriqueço o lasso fato Permaneço e não desato. Entre os abrigos cavernas-escuras, o dragão urge Formosuras tuas e enervas o fátuo dobrado E elevas em enlevos alturas. Figura certa, figura casta, figura encrustrada na pele sedenta. Encantos, lilazes, fugazes. Santos, malditos capazes A fera solta anjo revestido Busca a mão que escapa, num momento sentido. k.t.n.&*