domingo, 23 de outubro de 2016

Rosas e linhos

Assim que amo: quieta, desmaiada sem glamour.
O encantamento se perdeu na linha do tempo.
A orquídea branca cedeu espaço às rosas.
Com espinhos e perfume como tez macia.


Amo num canto abafado, num clamor calado
Triste e soturna, aliviada e solitária
Este modo novo aniquila e eleva as cortinas
Fumaças tênues nos dias passando.

Era uma vez e uma princesa tardou na espera
Presa num castelo impróprio sem as luzes
Sem os arminhos e lençóis de linho

Enrolada, a espiral encurtou a maciez secou
A arte emprestada do Sol e Lua marcou
E o amor, este dando, ficou.

k.t.n. in aprendizagem.

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