terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Natal silente

E o dia de Natal finda / Solitário e cheio de promessa de alma vazia / A noite rompe os mistérios / Entrega ao berço do menino suas histórias / E ele frágil e pequenino / Carrega as dores e os pecados do mundo / O maior entregue à sua sorte / No horizonte a estrela de Davi desce / esplendorosa alimentada pelas preces / O homem, este homem que não se vê, continua mais Menino / que este doce bebê! É Natal ainda? / Calou o sino, as vozes todas. O céu anuncia novo movimento. / Pestanas levantam-se e buscam o firmamento / Deus menino, anjo sagrado, esperança dos homens, mantenha sua graça!


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