sexta-feira, 6 de abril de 2012

Transbordante

Banhada, repleta, transbordante.

Amarelo ouro, amarelo prata, citrino, do ocaso.

A transmutação, a perda dos sentidos, a energia pura, a doçura.

Afugentando frestas, caminhando em nuvens, poeiras cósmicas douradas.

Do trigo da infância, da pele clara, do anel que era vidro e não se quebrou, das possibilidades.

Metamórficas clarabóias pensantes, reflexionado tensos alto-falantes.


Ideia! Capta!


Inexata tontura das esferas que cilindram alegrias permanentes.

Deixa rodar, deixa cair este pião.

O concreteo é charme, na dureza deste chão.

A verve sorve o cálice.

O tinto entorna, torna à taça áurea.

Refresca e cala. Calidez.

Mudez.

Outra vez!

k.t.n.* in fresta

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