domingo, 5 de fevereiro de 2012

In prece

A prece

Que a tua oferta de sangue
Seja-me assim táo passageira
Qeu nào chegue a pensar nos nós
Que desista do mundo atroz
E que me pague a féria e a feira.

Que desate as peneiras furadas.
Para irradiar tua luz divina e fecunda.
Que seja forte e passageira.
Que seja luto final, luto fatal.

Com portas abertas a querência fraterna.
a querência divina, à manifestação.
Que seja mais que tudo, mais que o dobro.
O fato e o bom senso

A tendência moderna, a frieza, a espera.
Calando torpores, suavizando dores.
Oh, Mestre, e acabado e plano.
Enfim, tu me busques, leves-me em teu seio.

Deixa-me partida, destrinchada, nu inteiro.
Na verdade loquaz, da ciência vivaz.
Que segue seu rumo, dllui-se, desfaz-me.

Fraterna harmonia é lua Sombra.
Divisa de águas.
Tormentas de quedas.
Um amigo, uma espera.
Um amor.
Uma janela.

k.t.n.*

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