Estrelas, estrelas, estrelas,
Do mar, do mar, do ar.
Estrela da fonte fagueira
Estrelas das vias domingueiras.
Nas pontas das festas és guia
Na rave poeta alegria.
Estrela de ponta cadente
É assim, estrela redonda e contente.
Pinta o ceu no arco-íris,
Pendente a via carente.
Ativa sabores e guia,
Estrela tu és minha parente.
A Dalva do ceu não sabia
Que o homem cá embaixo bordava
O ceu mais pungente dormente
Prá estrela cair de contente.
A vida sem festa notou
O fato a dor e a presença
A estrela voltou reluzente,
Tão estrela de velas cadentes.
Trincho o prato entredentes
Sinto-te toda entrementes.
A vela acabou no Sol ardente,
Lá no mar, no mar, no mar
No alto-mar estrela da gente.
Cadente, cadente, cadente.
k.t.n. in canto
domingo, 29 de janeiro de 2012
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