domingo, 4 de setembro de 2011

Comunhão

Quero saber de mim,
das poesias,
do que está dentro,
que restou,
que sempre permaneceu intacto.

Do que é vida.
Sofreguidão e paz.
Alento,
Consolo,
Paticipação.
Partilha,
Comunhão.

Fora as novelas das oito,
dentro todos os confortos,
da casa limpa e da mesa cheia.
Das lancheiras fartas e de muitas meias.
Cozendo o puído dos panos.

Aflorando verdades vazias de um dia,
Como tais esperam a hora.

k.t.n.*&

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