domingo, 3 de julho de 2011

Meus filhos!

Estou, estou no meu canto atormentada
Pensando em quase nada,
Deixa-me em silêncio nesta voz de surdina
Preciso, preciso, preciso

Não quebres tal ilusão, preciso desta passagem
Que me trará por instantes a realidade do que logo não existirá mais.
Não quebres o encanto antes da hora.
Desprevenido é o coração
E à mente assalta
Obra ligeira, terrível falta que me fazem.
Sempre tão perto e tão distantes.
Sempre tão juntos e tão separados.

Meus filhos!

Quando este coração de mãe verá seus pés na mesma trilha/
Passos firmes e fortes no mesmo encalço.?
Felicidade em forma de presença,
Já houve muitas lágrimas em forma de ausência.

Preciso,
preciso disto, precisamos!
Urgente!

A fala que cala, o gosto que exala, este humilde e suplicante pedido de mãe!

Às minhas vidas, meus filhos, Alisson e Fabrício!

Nenhum comentário: