domingo, 17 de julho de 2011

Cera

É noite, tarda! Passou da hora!
Recolher. Toque.
Sossegar o aflito.

Esperar, pelo bendito.
Pelas mágicas e presentes.
Esperar e crer no processo belo da emulação necessária.
Atesta a fé, através de atitudes silenciosas irrestritas.
Parede protetora, muros divisórios.
Poucas passagens.

E muitas preciosidades.

Encontrar o caminho, o esperado e encantado.
O real e não ideal, o que precisamos.
Não o que sonhamos.
Não aos sonhos vãos.

Pés de cera firmes.
Não derretem sob o Sol.

k..t.n.*

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