domingo, 17 de julho de 2011

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Se a noite é estrelada o coração pranteia cantos
Levanta da colina e caminha desatino em certos compassos
Retorna e adormece risonho e cristalino
É a festa esperada, sonhos pranteados.

E as estrelas fugídias, buscam-te ferozes
Abalam um sistema límbico cruel
Desatinam-se em teu encalço qual corcel
Desmaiam no Sol impassível céu

Eis que as brancas noturnas surgem
Sorrateiras, fagueiras, quentes.
Amornam o frio.

E o que era de menino e vadio?
E o que era de cansaço e arrepio?
Gritam as pontiagudas ligeiras,

Estamos sós, tão sós que somos muitas
Entrelaçadas estrelas do céu gigante,
Enormesferas cantantes.
Despontadas, atinadas, atiradas neste imenso léu.

k.t.n.* & in rock

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