As auréolas das margens seguem sedentas. O improvável renasce em distãncias de olhares-sintonias. Sua presença recôndito evidencia-se em mistérios. Seu nome e gestos reiteram minh'alma dorida.
Vou te trazer todas as borboletas possïveis, que caibam no seu afeto e na sua liberdade. Verdadeiro doce de leite a nos cobrir e sentenciar ås manobras da vida. Energia pura e glamour infantil que resgata energias e todo o bem. Luta incessante não pedida, marcada pelo vento Leste. Que vento é este? Não sei, mas enfeito frases, colibris alados que se esgotam nesta energia sufocante e precisam brotar da pele. Amanhã será o desvendar de lutas, a que será que se destina? Coroa de flores concêntricas que trazem imaginação e desvelo e proféticas temem e se mostram amigáveis. k.t.n. in luta renhida
S'imbora entoar uma canção de ninar gente grande Embalar os sonos de breves instantes. Passear em teus olhos, pernoitar em tuas faces, Cantando ajeitados os derradeiros. E nesta cantilena preservar o tempo, Configurar a névoa, em frias cadências, Identificar o gosto, o alácre formado Na açucena que reverbera no teu céu palatal. E cantando e vociferando o cântico Cantar-te-ei ligeiro e embalar-te-ei docemente, Observando o balançar da cortina, Deixando as réstias ornadas de sol na frágua manhã, ainda, primaveril! Ornar os teus lábios, os teus seios, teus navios. Há um sabor alácre, há um adocidado. Há o som do vento. O imaginar-se, o fechar de olhos, O barulho tênue que atravessa a vidraça. Há o teu semblante, a rua, as alamedas. Há o teu perfume sutil atravessando esquinas. Hà o citrino da manhã de abril. E também o desmaio um quase febril. Um encanto. Uma atmosfera. Há o adormecer, o pertencer a esta imagem evocada do acaso. Da plena e intempérie bonança. A palavra, a miragm. Há ...
Im agem via internet: http://iolandaioio.blogspot.com.br/ Um dia, a alma toca o braço da dor. Afasta-se pungente, volta Admira-se no toucador. Treme, faz hastes profundas. Ilumina-se e dança um jazz na Praça fundamental de Paris.
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