domingo, 4 de abril de 2010

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E o grande amor secou
E oq ueera grande ficou pequeno
Sem tamanho, sem proporção
Foi embora, enganou
Deixou nao triste o pobre coração.

Deixou oco sem nada, amargo,
passado qual teatro de circo.
Alegre, dando gargalhadas da própria sorte.

O grande amor se foi.
Virou fumaça, esvaiu-se...
Se era grande por que deveria?
Se era grande por que partiria?

Fos embora, silencioso.
Sem cartão de crédito,
Deisou a tarde vazia.
Foi embora em lua nova e sombria.

Retratos do que era,
Guardados em gavetas,
Fatos concretizados,
Na marcha cinza dos dias.

k.t.n.***
2007

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