domingo, 4 de abril de 2010

Ao que foi o vazio

Longe de mim te afastas, longe de mim te vais.
És ser passsante que dobra a esquina
És ser apenas, nada mais!
E assim, vais-te embora do mesmo jeito que chegastes.

E assim, de mando fora de mim
Procurar outros barcos, outros navios,
Mirar outros mares, ajeitar o braço
O gesto, sem brilhos, nem festa.

E só te vais e só te apartas.
Porque a hora é chegada.
EStava há longos dias, há longas eras
marcado o FINAL.

Sem graça, nem festa, como a pior da despedida,
Sem choros, sem pranto, sem emoção alguma.
Só te foste. Nada Mais!

k.t.n***

2007

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