domingo, 4 de abril de 2010

2007

A paz o ato que faz.
Em tudo o que buscamos
Sem prantos ou danos tantos,
Há paz!

{ Buscar sem troféus, medalhas, panos...}

Em homens mulheres ruas
Partidas enfim quebradas
Carteiras
Desfraldadas bandeiras,
estraçalhadas, estudos desfeitos,
destino malfeito.
Ah, paz!

Sonhos de infinitos ontos em próximas vida.
Vida próxima sofrida,
Vida breve, vida leve...
Na paz descanso e digo:
_Não são sonhos de rapaz.
São triângulos, são quadrados, obtusos, obsoletos.
São fissuras, são imagens,
São armários, camas desfeitas, janelas abertas.
Há paz:
Na rotina, no calçado, na ponta dos pés>>> espezinhas.
No destino.
Na criança, na fome, país um tanto,
Oh, paz!

Passa-me agora tua face.
Passa-me agora teu perfil.
Passa-me o manto a cobrir o que é este varonil.
Entre laços de azul
País Divino, de Todas as Américas, do Sul.
Amarelo Brasil, amado BR.

k.t.n.
An

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