sábado, 24 de janeiro de 2009

Doce Jandira


Finda este dia e não posso compôr teu poema
Por mais que escreva, não traduzirei a falta que fazes.
Por mais que sinta, não posso exprimir-te em palavras vãs.
O silêncio diz mais, o soturno e inenarrável silêncio.

A seriedade das tuas mãos, o conforto do teu carinho.
A sensatez e a razão de mãe taurina, forte, combativa.
Emoção, reza pura, sentimentos, só vazão.
Não sei chorar como tu, não sei...

Isto não aprendi, meu choro é interno, vaza n'alma e se aloja no peito.
Inda é tempo, mãe te chamo. Inda é tempo, mãe te amo!
Coroas teu coração do perfume preferido, pois as flores ajeitastes em vaso escolhido.

Respeitamos, pois te amamos.
Eternas saudades... sem fim ... ... ... ... ... ... ;
numa alegria repentina, de sentir-te junto a mim.

Jandira!

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