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Palavrear

Adoro poetar! Quem foi que inventou este tal de trabalhar! Pernas pro alto, quero é palavrear!!!!!!!!!!!! k.t.n.

E ...

E se eu disser amanhã que naõ teremos Natal? E se eu disser que é tudo mentira? E se eu disser que Papai Noel não existe? E se disser, ainda, que tudo não passou de lenda? E se eu disser?! Vc acreditará?! Eu não acredito! Paz e luz!! Bjs no coração! Da Katita!!! :)).... :))

a l i m e n t o

Eu te alimento, eu te alimento do pão bento, alimento mais que o bolorento alimento alimento alimento a alma a mais doce calma o trajeto feliz seu olhar aprendiz. Alimento. Fermento. Contentamento. Todo dia. Toda hora. Sem minuto. Só segundo. Alimento. Alimento Alimento. k. a

Vida boa, vida à toa...

Adoro poetar! Quem foi que inventou este tal de trabalhar! Pernas pro alto, quero é palavrear!!!!!!!!!!!!

Natal

Eis que te levo o Natal em forma de Luz Muita paz e o Menino Jesus Levo-te a lembrança e as crianças A festa doces serestas. Levo o figo, o assado, as uvas, doces pavês. O terno dobrado, a roupa passada, o linho da vez. Ainda, o coração compungido, a testa pesarosa... A alma sedosa..... ............levo-te em Cristinho, Meu doce alento alinho... meninos pequeninos. Nos bolsos dos vestidos enlaçados e guardados. Bem cuidados o bem mais precioso. Esperando a hora de se presentear.........................!

Alma poetisa

Reflexão O que o poeta precisa para escrever? Nada, além de um ponto escrito. Nesta procura insana, o que escreve é quase nada, é o que lhe chega de mansinho, de soslaio, invade a alma e não se cala. O que o poeta necessita para viver? Não muito, a não ser palavras compostas, em sequências dispostas, em alterações, altercações e imbricações,... A mente, ah, esta mente poetisa é algo que não se profetiza, pois nasce não só do acaso, mas do perfil que lhe vem de rastro, nas horas dos dias, dos dias do meio, dos dias recheio, dos milênios atrasados. De onde vem a insistência do poeta? Vem da mente em burburinho, que não consegue lhe deixar sozinho, vem da mensagem, das imagens, das rosas púrpuras do Cairo, dos alexandrinos esquecidos, dos decassílabos oitavados, dos sextavados em quartetos, ou dispostos sem nenhum jeito. De onde vem a audácia do poeta? Vem do amor, do engano, da paixão. Vem da solidão, da emoção emporcalhada da sua razão, vem dos pés que tocam o alto e da cabeça que revi...

mariscando

Imagem
Chover mais que a alma pequena, mais que o pranto marejado dos olhos, chover. Chuva que cai e me rega. Chuva que me tenta a correr. Chuva que no barro escorrego ... Como é bom e doce o meu viver!!! k.t.n.