Viver como Bandeira, hemoptise, dispneia, tosse, à espreita da tuberculose. Cada doença no seu século e suas manifestações: diarreia, vômito, enjoo, alergias, fraqueza, sono, sono, sonozzzzzzzZZZZZ.
Vou te trazer todas as borboletas possïveis, que caibam no seu afeto e na sua liberdade. Verdadeiro doce de leite a nos cobrir e sentenciar ås manobras da vida. Energia pura e glamour infantil que resgata energias e todo o bem. Luta incessante não pedida, marcada pelo vento Leste. Que vento é este? Não sei, mas enfeito frases, colibris alados que se esgotam nesta energia sufocante e precisam brotar da pele. Amanhã será o desvendar de lutas, a que será que se destina? Coroa de flores concêntricas que trazem imaginação e desvelo e proféticas temem e se mostram amigáveis. k.t.n. in luta renhida
E te vejo pela vidraça e tu não és um reflexo nem uma sombra caminhante antes uma fumaça que se dilui e passeia em pensamentos alheios uma falta grave não chover um mistério que se aprende T U!!!
"Era uma vez", uma menina rosa De tão rosa no seu sonho escureceu Não percebeu que a noite veio de mansinho E lhe trouxe adormecimento. Neste olhar adormecido brincou com fadas e duendes. Galgou florestas e desviou-se de serpentes. Arrebatou nas águas cristalinas o frescor para o rosto. Iluminou as pálpebras e docemente caminhou. E tudo rosa e tudo prosa e tudo mágica. Nos pés calçados macios artefato de bem-fica. O frio de mansinho se aconchegou. A esfera se fechou em torno colibris. Beijas-flores, bem-te-vis. No colo palavras mil. k.t.n. in pequeno soneto
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