Vou te trazer todas as borboletas possïveis, que caibam no seu afeto e na sua liberdade. Verdadeiro doce de leite a nos cobrir e sentenciar ås manobras da vida. Energia pura e glamour infantil que resgata energias e todo o bem. Luta incessante não pedida, marcada pelo vento Leste. Que vento é este? Não sei, mas enfeito frases, colibris alados que se esgotam nesta energia sufocante e precisam brotar da pele. Amanhã será o desvendar de lutas, a que será que se destina? Coroa de flores concêntricas que trazem imaginação e desvelo e proféticas temem e se mostram amigáveis. k.t.n. in luta renhida
E te vejo pela vidraça e tu não és um reflexo nem uma sombra caminhante antes uma fumaça que se dilui e passeia em pensamentos alheios uma falta grave não chover um mistério que se aprende T U!!!
No meu mundo rosa você caiu, de repente. Nesta cor que me mata um átimo e um instante. Uma cor e um semblante a esfera do que é capaz, O amor que satisfaz as memórias do que nunca vi. Nesta palha rosa o amor feitio cruza laços, anuncia navios. Neste perfil cremalheiro a lenha insiste em fulgir rostos pequenos. Na enseada da tarde o perfeito ideograma inacabado, o amor rosa, o amor prosa. Neste perfil em pavio, direção sem fuligem, sem formol, sem divisas. Nesta esfera enorme, meu canto de festa, de reza que enlaça. No teu perfil, o nome, a sesta, o embate, o encontro, dos meus olhos nos teus. A esfera, a testa, a promessa, o filho que não partiu, o amor em adornos infantis. O encanto, a floresta o amor, o tom inacabado, o encanto...! Suave e sutil, em teus braços adormeceu, no entanto! k.t.n.
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