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Amor próprio

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A rosa é negra porque o meu sorriso é vermelho! Veludo em síntese poética! Enveredado pela sinestesia patética. Solidão e flores encantadas! Nadando num mar de algas almiscaradas. E o sorriso? Amarelo. A rosa é negra, porque o meu sorriso é vermelho! Velho de sorrir desdentando bocas. Agraciado pelo mar encantado das algas azuis. E o perfume? Rosa. A rosa é negra, tal qual meu sorriso vermelho! Enrubesce o sorriso, enegrece a rosa. O talo cresce, os caninos aparecem. Dentro do fato e circunstância. Carência e distribuição de energias. Por quê? Citrino. A rosa é vermelha e o meu sorriso negro. Entristece as pétalas sedosas. Risca entre facas os dentes narcisos. Sem caninos onomatopaicos. Poesia somente. E a letra? Negra. Riscada de Vermelho, Vivo! k.t.n.* in simbologia do amor/próprio.

Dourado

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A Arte me protege.  Refúgio dourado.

Sabores

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  Sabe aquele bar da esquina?  Pois é, nunca o frequentei! ... k.t.n.* in testando sabores

Perdão

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Perdoa, Senhor, esta falta de tato, esta pressa inexata que me leva ao chão. Perdoa, Senhor, meus dias de festa, em que não vi a promessa do que deveria fazer. Perdoa, Senhor, a falta de tempo, a falta de paz, as amizades jogadas. Se puder, perdoa ainda, o meu destempero, as atividades negadas e o próprio amor por mim. Alivia, Senhor, o fardo cansado, que dorme nas costas, dos teus filhos teus. Alivia, Senhor, a novela emprestada,  olhando os caminhos, dos que me divisam a paz. Alivia, Senhor, o cansaço do amigo, a pedra escondida, que pretendia atirar. Amor, meu Senhor, envia para nós, Redentor, em prece, em saúde, em risos e alegria. Amor, meu Senhor, destila em barcos, amor, destila em neves, fulgor, o seu puro clamor. Amor, Nosso Senhor, fica em nossos corações, ajuda-nos na nobre missão de chegar junto a Ti. k.t.n. in momento de prece

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// E  te vejo sombra. E tu pertences a mim. \\

Cascatas

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As cascatas de flores pentearão meus cabelos.  Sobrando ligeiras sobre os ombros. Faceiros meninos roçando nos pelos dos olhos.  Cílios pingentes tocando arrepios.  Sobrancelhas sorvem olhares latentes.  E os fios plátanos de flores pingando.  Latejando, go tejando, desfiando sabores.  São cores meninas, furtivas, esguias.  Arrepiam e dão imagem ao divino e celestial.  São fraldas largadas ao vento.  Lenços de cambraia e estiletes abertos.  Chora!  A alma do poeta!  A sobremesa indigesta.  O que era dor e não se equilibrou no amor. k.t.n.*&

Ao amor!

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Farei poesias ao amor! Ao meu amor ao novo amor, ao que virá, ao que está vindo, ao que está em sonhos, a o que me olha de longe, sem me ver! k.t.n.*