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Refaço

E a vida volta em letras. E refaço-me em poetas-postados. Encosto a cabeça neste travesseiro. Atravesso noites-minutos neste regaço.

Pedagogia do NÃO!

Não ao que te faz mal, não ao abuso, não à segunda chance, não aos folgados, não aos mal-intencionados, não à mim, quando contaminada com muitos SimS~~~!!! k.t.n. in naum

Vértice

E descanso em teu vértice. E sopro o vento longe Para náo me incomodar. Reinvento sonhos, Para permaner mais tempo com os olhos fechados, Viajando até os teus caminhos. E, espero, secretamente, pelos azuis bordados em meu corpo espera. E aconchego em clima de abril. Deixo o Sol veraneando lá fora e, devasso, me estendo na poltrona . Hora de sonhar. Hora da Estrela! Ursa MAIOR. k.t.n.*

Devaneios

https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/401087_318793024835717_100001150660953_846934_96887908_n.jpg E descanso em teu vértice E sopro o vento longe para náo me incomodar. Reinvento sonhos para permanecer mais tempo Com os olhos fechados e viajando até os teus caminhos. E, espero, secretamente, pelos azuis bordados em meu corpo espera. E aconchego em clima de abril. Deixo o Sol veraneando lá fora e, devasso, me estendo na poltrona . Hora de sonhar. Hora da Estrela! Ursa MAIOR. k.t.n.

cores

https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/p480x480/408854_198061213634902_100002930746397_338807_959445387_n.jpg Meus olhos vertem nestas cascatas fecundas de cores/ Emprestam olhares/ Fuligem entre o azul matinal e fresca grama da campina/ Consagra aos Deuses todos os caprichos teus/ enleva faces/ Enrubesce miragens/ Escuto sons melodiosos do silêncio... e cativa/ Descortina nuvens, desmacara arrebois/ Claraboia em pleno dia, amplexo de peixes, sismologia/ É uma profundidade/ Assustadora/ Lanço-me às águas/ Hora de emergir/ k.t.n.* (respeite autoria)

Tapete

Hora dos tapetes. De voar... Ligar na tomada. Passear... Hora de buscar. A oferta rediviva Teus olhos concretos. Paz... Atrevida! Hora senhora, Agora. Minuto minuto minuto. Acabou por um segundo. Foi-se algodão-doce. Foi-se o pipoqueiro. Ficou a praça. A nossa. Mensagem e coração. Pacífica. Entoando nos caules. Brotando nas folhas. Flores novas. Novos frutos. Sabores. Olores. Passa. Fica e estremece. Enrubesce a testa. Franze o queixo. Tateia, vagueia. Enternece. É tudo prece. k.t.n.

Solilóquio

Há um fazer profético que seduz e a luz difusa. Em meio às incompreensões e resoluções antecipadas. Não defende, não reparte, não partilha. Discrimina, separa, engana. . De onde este saber dissimulado? Esta cara lavada teimada. Queimada do Sol do meio-dia. Anuncia rugas esplêndidas de margaridas partidas. É um saber divinizante, preocupante, espargido. . Hora da recolha. Disseminação não é escolha. Pura ira. . Verte ao brilho, ao cândido original, ao real. Verte ao lusco-fusco profundo anunciante. Ao verdor das esponjas acácias que trafegam pelas ruas cantando. Às esperas profícuas de tanta vida germinando, tanta vida-sêmen. Tanto amor em pólen e abelhas. . E verte do rosto o suor. E veste a camisa maior. E caminha. E soletra. A velha música em notas cadafalso. . A derradeira noite domingueira trouxe aos olhos o clamor correto. Trouxe a vida inquieta e discreta. A paz a melodiosa canção ternural, a fragmentária indução. Dedução pura. Noção exata. . Mata que te mata e cria, Transforma e...