Há um fazer profético que seduz e a luz difusa. Em meio às incompreensões e resoluções antecipadas. Não defende, não reparte, não partilha. Discrimina, separa, engana. . De onde este saber dissimulado? Esta cara lavada teimada. Queimada do Sol do meio-dia. Anuncia rugas esplêndidas de margaridas partidas. É um saber divinizante, preocupante, espargido. . Hora da recolha. Disseminação não é escolha. Pura ira. . Verte ao brilho, ao cândido original, ao real. Verte ao lusco-fusco profundo anunciante. Ao verdor das esponjas acácias que trafegam pelas ruas cantando. Às esperas profícuas de tanta vida germinando, tanta vida-sêmen. Tanto amor em pólen e abelhas. . E verte do rosto o suor. E veste a camisa maior. E caminha. E soletra. A velha música em notas cadafalso. . A derradeira noite domingueira trouxe aos olhos o clamor correto. Trouxe a vida inquieta e discreta. A paz a melodiosa canção ternural, a fragmentária indução. Dedução pura. Noção exata. . Mata que te mata e cria, Transforma e...