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e u s

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Eu ontem, eu hoje, vários encontrando-se no tempo. 10, 15, 25, 33, ... talvez. Onde dobram as idades? Em que face alucina o tempero? As têmperas se perderam. Confundiram-se, misturaram-se, perderam essência. Esta a dúvida: _Kadê eu? Onde fui parar? Procura-se por mim! Há um clamor Algo assim, de passagem Amigos, viagens, diários. Estudos, mapas, fotografias, cadernos. Os filmes estragados pelo tempo. O rosto, o eterno rosto, da etérea matéria. Precisa, ainda, de muitos agostos. Para setembrar em festas. Natalizar em harmonias puras. Revigorar na ação de graças. Perder-se nos dias do ano vindouro, Mas só um pouquinho. É hora URGENTE, de encontrar as diversas faces, belíssimos mosaicos, estranhos! Sou uma estrangeira dentro de mim. O espelho revela, A face procura. Tantos eus, tantos eus! Kadê eu? Procura-se! k.t.n.* in pessoas

Eu-assim

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Eu-assim Saudades de mim Caminho e volto Um tanto E sem fim. Licença meu pai. Licença minha mãe Pressa em colher Flores pra mim. Num canteiro margarido. Brancas flores Dobradas, um jardim. Licença que passo, Revolvo e colho, As meninas cabelos soltos O alourado, o vermelho-castanho Brigando com o Sol Num átimo Sem tempo Levanto pequenas mãos Canto e desfaço Canteiros e ponteio. Colho as pequeninas E me sinto a menina k.t.n. in volta & pêssego O original deletei sem querer, não consegui fazer igual, que pena! Era uma pequena obra - prima... buá!! Fui colorir e perdi........

BORBOLETAS&

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"ACORDAR COM BORBOLETAS NOS CABELOS, NÃO TEM PREÇO!" LIVRE& &LEVE SOLTA& CASA SEM PAREDES ENCOSTAS SEM ESCARPAS ALIMENTO PERMITIDO BOCA PERFUMADA OLHOS ABERTOS DESCANSADOS& AS MANHÃS MAIS SORRIDENTES SÃO ESSAS: EM QUE AS & BORBOLETAS & VOLTEIAM & EM NOSSOS & CABELOS! ROÇAM NOSSA PELE ESMAECIDA PELO SOL, DEIXAM O PÓLEM ESPARSO AO DERREDOR & NÃO PERFUMAM, MAS SENTEM O CHEIRO. E BRINCAM!# & # & E ANINHAM-SE, PERPLEXAS, DA FLOR QUE TORNASTE-TE NA MADRUGADA. DO REMANSO QUE A NOITE TROUXE. DA PAZ CELEBRADA EM TI. DA BÊNÇÃO DE TER & BORBOLETAS& NOS CABELOS& ! K.T.N. in linda manhã*

Vida

A vida cabe no meu jeito de amar. Também no meu jeito de sorrir. Expansáo natural. Jeito faltal, nada sobrenatural. Uma falha aqui, outra acolá. E estamos vertendo o cálice em vinho. Frutando a água. Aninhando ninhos. Ah, esta passageira vida. Multifacetada vida. Esfera e concêntrica. Nada perfeita, nada igual. É um jateado em vitral. Esfumaça, embaça, mas natural. E este jeito de amar, sorri! Abraça o colo e cobre o rosto. E desvela na noite os olhos dormentes. As dobras do tempo. Natural, resiliente! k.t.n.*

secretas

As faces secretas ?????????????? !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ::::::::::::::::::::::::::: ::::::::::::::::::::::::::: ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ........................... Pronto. Bordei meu poema! k.t.n*

sono

Adocei a noite. Posso dormir. ~~~~~~~~~~~~ ~~~~~~~~~~~~ em p a z ! ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,~~ ~~~~~~~~~~~~~~~ k.t.n.* *

Para os amigos!

Tenho que escolher muitos amigos para lhes fazer poema. Muitos poemas já tem meus amigos em seus temas. Fazer do escrito a razão da vida. Mais que a razão uma prova de existência. Determinar poderes, em palavras certas. Realinhar versos, agrupar estrofes. Paragrafar. Paracaetanar. Paraencantar! Recolho as letras soltas, embrulho num saquinho de mercado. Formam sílabas dispersas. Chacoalho. Insistol Estas se agrupam em palavras perdidas. Dou o grito: fazem fileira, Logo estão compondo um poema inteiro. E meus amigos, amores ligeiros, perguntam: _Quedê do meu poema? _Kadê aquele texto onde estou? Respondo prazenteira: _ Dia de Natal na sua soleira, seu texto em gritando brincadeiras. Desfolhando as folhas do seu jardim, Estarão quietinhos, ao teu lado observando-te. para compor o mais novo poema Do ano vindouro!