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percepção

pó da percepção: a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z nó da razão. k.
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Montagem: Many* - Março - 09

Taça nº 08

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Texto: Milton Gama - poeta bêbado! Janeiro - 09

It

Quem poderá deter a minha alma? Quem? Nem eu! Nem ninguém! É todo dia assim, este lutar, este ficar e ser, este buscar... Não pára, não para, não para. Quem poderá me seguir? Quem? Ninguém! Em quem o espelho? Em quem?! A refração e ato ligeiro?! Alguém. Eu. Id. It. k.

Beijo

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Beijo-te com ternura, paixão e gostosura. Menino vadio de sol forte e travessuras. Coloca o boné, levanta a campina, atravessa a soleira. Há espreitas primeiras, em porte de fitas, em mais alta finta, A sondar-te entre as frestas, em noites, serestas. Beijo-te com a voracidade do ladrão, a disposição de um leão, E a tenacidade de garoto principiante escorrendo entre-dentes, A paixão, viva-emoção de largar os cuidados, de deixar os venenos Entorpecer a razão. E não te beijo e não te digo, somente rezo. Porque amanhece nos trópicos e o suor enlouquece. k.t.n.

kt / dm-mt / diogo

"Versos são sobreposições Das tatuagens que meu corpo Sofreu. " // Não ap: ague este. areia? cimento? à contento? k. / praprousar / comunidade/ cidade/verdade? vou asfaltar a sua comunidade para ter bastante barulho poluir o ar com gás carbõnico deixar o cheiro da gasolina explodir e teus pulmões gritarem. ...vc não pode ficar só numa comuna há de se expandir criatura deitar raízes, entrar em crise, tomar novalgina ke nem nova é. remédio antigo para mulher. ô... dio... õ dioss...meu... ô... k. // Oi, hj estou calma Nem pijama tirei ainda. Estou de chinelos, Daqueles velhos Esperando Sua nova visita. k.t. // Na luz da cidade torta, Enquanto dorme e morta, Desfaz-se o lume escondido E se mostra no visível beco Ecos detritos espalhados, Faíscas de restos bordados. É lixo no luxo; cão vadio, Transportando no cio... A lata que cai, na cangalha que vai sem-vergonha encontrar... seu amor! É Luxo?! É Lixo?! É supérfluo?! É finito?! Não... é o homem, que rabisca seu contorno, Em somb...

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É hora. pt . Das coisas que me irão ao coração sempre te levar. Tento deixar, mas não posso, insistes em me acompanhar. É uma passagem, uma certeza, um plano, uma alteza. Um dia, uma beleza, noutro uma tristeza e vamo-nos. Insisto em ir, insistes em vir, então, vamo-nos! Deixa as lágrimas rolarem e o sal cozer o teu rosto. Até a alma desnudar e, finalmente, mostrar mostrar mostrar... O que o cinza escondeu no teu olhar noturno. Deixa a imensidão tomar-te pelas mãos e vamos. A passagem é muito rápida, se quiseres ir devagar, iremos. Mas tenho pressa, tenho medo de que te percas de mim. Das tuas dores, do teu pranto, vãos os amores. Segura a estrela que vem além-do-mar, segura. Pega a mão, pega todas em caminhos mil. Singra este mar, em meu navio, ancora neste cais. Profundidade, em paternidades de filho que não pariu. k.t.n. Ao ritmo da música...............&.